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A democracia e a eleição em Pelotas de 2024
A democracia brasileira desde sua reinstalação em 1988, com a promulgação da Constituição Cidadã vem sendo desacreditada e vilipendiada por aqueles que deveriam defendê-la.
Uma das deformidades da democracia nacional é o processo eleitoral que experimentamos a cada 2 anos, primeiro porque as regras mudam também a cada 2 anos e segundo porque o processo eleitoral existe para manter no poder aqueles que estão no PODER.
No caso de Pelotas, tivemos a oportunidade de vivenciar esta situação com muita nitidez. O tempo de TV (10 minutos) dos principais partidos e ou coligações ficou assim dividido, bem como os recursos gastos:
Coligação do PSDB (11 partidos) 4 minutos R$ 1,4 milhões
Coligação do PT (5 partidos) 2,5 minutos R$ 1,2 milhões
Coligação do PL (2 partidos) 2 minutos R$ 1,2 milhões
MDB (1 partido) 1 minuto R$ 418 mil
PDT (1 partido) 30 segundos R$ 340 mil
No entanto, não é somente nos processos eleitorais que a democracia está se esgotando, muitos outros fatores estão afastando o nosso povo da democracia e a prova são as mais de 75 mil pessoas dos 248 mil eleitores que não compareceram ou votaram nulo ou branco no 1º turno das eleições de 2024 em Pelotas.
A democracia está em cheque! Precisamos conversar sobre isso e pensar de como resgatar e aperfeiçoar nossa já cambaleante democracia. A partir de novembro de 2024 vou preparar textos e vídeos para conversarmos sobre esse tema. Quando um país não cuida da sua democracia permite que extremistas e oportunistas de plantão roubem a já massacrada esperança do povo.
Partidos extremistas pautam a política pelos temas dos costumes e se apresentam como conservadores, no entanto, são liberais quanto às pautas econômicas e não se constrangem em retirar dos trabalhadores todos os seus direitos trabalhistas e previdenciários. Buscam o Estado Mínimo e pouco importa as necessidades das pessoas e menos ainda os servidores públicos.
Por essas e outras razões, por acreditar na democracia, por acreditar que o Estado deve ter o tamanho necessário (nem máximo e nem mínimo), por acreditar que os servidores públicos merecem respeito, por acreditar que os trabalhadores devem ter seus direitos garantidos e salários justos e que todos merecem ter uma vida digna EU VOTO 13. EU VOTO FERNANDO MARRONI. EU VOTO PELA DEMOCRACIA. EU VOTO A FAVOR DOS TRABALHADORES.
Coluna de: Reginaldo Bacci
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